Como seres gregários, supomos que uma boa convivência social é aquela em que há uniformidade na moral mantida por todos seus componentes. No decorrer dos séculos, as ideias sobre a moral correta adaptaram-se à modernidade, e perderam grande parto do caráter preconceituoso, sem no entanto extingui-lo. De avó para neto, ou do filho para o filho dele e assim sucessivamente, vários conceitos foram passados de geração a geração, e por serem mutáveis, alguns ideais se perderam e outros surgiram.
Na constante evolução judiciária em que vivemos, várias leis proíbem atos de segregacionismo ou racismo. Atos deste tipo geralmente descendem de pressupostos mantidos pelo senso comum. Porém há ainda conceitos “básicos” que mantivemos sem caracterizá-los como separatistas. Uma mãe veria algo de errado no fato de seu filho ter como cor preferida a rosa? É bem provável que sim. Teria o visto como irregular, porque a maioria dos meninos preferem as cores definidas como “de menino”. Uma pessoa vestindo-se de preto da cabeça aos pés, usando maquiagem forte e tatuada também seria vista como anormal, enquanto uma garota loira usando um vestido florido e rodado seria “normal” e inofensiva.
Colocamos rótulos em uma pessoa ou até situação sem conhecermos as intrínsecas circunstancias e usamos as fórmulas destes como leis sociais ou familiares que nos impedem de nos darmos conta do quão boa a diversidade é para o mundo. Aceitar o incomum no nosso dia a dia como algo normal é para muitas pessoas, um obstáculo mantido de lado.
Normalidade e anormalidade, são palavras que se analisadas em variadas situações demonstrariam quase instantaneamente o quanto podemos ver sem realmente enxergar. Pequenos detalhes que nos colocam viseiras de lentes cobertas por um filtro que leva uma visão já carregada de preconceitos aos nossos olhos. Esses aspectos sociais podem, e devem, ser melhor trabalhados em todo e qualquer ambiente em que haja interação social.
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sexta-feira, 11 de julho de 2014
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
A Pluralidade
O uso das mídias sociais vem se tornando cada vez mais presente no dia-a-dia do jovem, excessos ocorrem, interferindo, às vezes, na socialização fora da internet.
Se usadas com prudência, esse uso pode ser altamente benéfico para o usuário. A um "clique" é possível dialogar com pessoas de culturas diferentes, de países distantes e de hábitos incomuns. É notável a maior facilidade da juventude para lidar com o novo, e aceitar as diferenças. No convívio com o diferente creio que inconscientemente vamos nos adaptando as divergências e moldando uma sociedade menos intolerante e preconceituosa.
Na rede, há vários tipo de opiniões e informações, que vão de artigos sobre economia e blogs sobre política a sites sobre literatura moda e música. Nisso, há o acessso ao modo de vida característico da cultura de vários lugares, o que enriquece o desenvolvimento cultural do indivíduo e muitas vezes auxilia o jovem na percepção do mundo que o cerca e o desperta para o altruísmo.
A interação social globalizada e o acesso a conteúdo de assuntos variados ajuda na aceitação da pluralidade dos seres e na convivência social permeada do saber.
Se usadas com prudência, esse uso pode ser altamente benéfico para o usuário. A um "clique" é possível dialogar com pessoas de culturas diferentes, de países distantes e de hábitos incomuns. É notável a maior facilidade da juventude para lidar com o novo, e aceitar as diferenças. No convívio com o diferente creio que inconscientemente vamos nos adaptando as divergências e moldando uma sociedade menos intolerante e preconceituosa.
Na rede, há vários tipo de opiniões e informações, que vão de artigos sobre economia e blogs sobre política a sites sobre literatura moda e música. Nisso, há o acessso ao modo de vida característico da cultura de vários lugares, o que enriquece o desenvolvimento cultural do indivíduo e muitas vezes auxilia o jovem na percepção do mundo que o cerca e o desperta para o altruísmo.
A interação social globalizada e o acesso a conteúdo de assuntos variados ajuda na aceitação da pluralidade dos seres e na convivência social permeada do saber.
sábado, 10 de agosto de 2013
Gosto de Funk
Sei que tem muita gente que literalmente odeia funk, até fazem piadas sobre funkeiro. Devo dizer que eu sou bem eclética, gosto de pop, rock, sertanejo, samba, pagode e funk. O que vou ouvir depende do meu humor, geralmente ouço pop. O funk está em um bom momento, porque estão voltando a fazer funks bons. Bem me lembro de dançar uns bem leves e divertidos a uns anos atrás nas festas de escola, e era tão legal. Não havia obscenidades no modo como dançávamos ou putaria no letra da música.
Funk não tem que ser putaria ou apologia a marginalidade, então indico uma músicas para quem gosta desse gênero musical ou para quem não gosta conhecer também - se bem que ultimamente é meio difícil nunca ter ouvido algumas dessas na rua ou na vizinhança - :
Funk não tem que ser putaria ou apologia a marginalidade, então indico uma músicas para quem gosta desse gênero musical ou para quem não gosta conhecer também - se bem que ultimamente é meio difícil nunca ter ouvido algumas dessas na rua ou na vizinhança - :
segunda-feira, 29 de julho de 2013
Liberte As Palavras
As vezes escolho o silêncio, guardo as palavras para o momento oportuno, quando o sentimento me disser seu rumo. se o destino for o fim que aquelas palavras continuem assim. Mas nem sempre se sabe o rumo a tempo de mudá-lo para o que queremos. E se tivéssemos dito? Teria que haver fim? As vezes dizemos, e ah, que emocionante é se expressar! Pelo sorriso, pelo olhar, e pelas palavras...palavras! Jogá-las aos vento? Ou guardar o sentimento...? Para que esperar 'o' momento ou o tal bom tempo? Há como saber se eles realmente virão? Então diga. Conte. Se expresse. Liberte as palavras. Se colherá bons frutos não é possível prever, mas tenha ao menos a certeza de que plantou as sementes!
Um "estou com saudade", "adoro você" ou até mesmo um "eu te amo". Sentimentos podemos esconder. Valerá mesmo a pena guardá-los assim? Creio que não. Só que tenha cuidado, sentimentos ruins geralmente são passageiros, então tenha cuidado em expressá-los.
Para finalizar leia um trecho do prólogo do cd Speak Now: " Palavras podem partir alguém em milhões de pedaços, mas elas também podem servir para juntar alguém de volta. Eu espero que você use as suas para o bem, porque as únicas palavras pelas quais você se mais arrependerá são as que você não disse e não aquelas que você usou intencionalmente para machucar alguém.
O que você diz pode ser muito para algumas pessoas. Talvez saia diferente do que você pensava e aí você vai gaguejar e vai sair dali envergonhado, estremecendo enquanto repassa tudo o que disse em sua mente. Mas eu acho que as palavras que você impede de sair da sua boca são aquelas que vão te assombrar por mais tempo. " - Taylor Swift
Um "estou com saudade", "adoro você" ou até mesmo um "eu te amo". Sentimentos podemos esconder. Valerá mesmo a pena guardá-los assim? Creio que não. Só que tenha cuidado, sentimentos ruins geralmente são passageiros, então tenha cuidado em expressá-los.
Para finalizar leia um trecho do prólogo do cd Speak Now: " Palavras podem partir alguém em milhões de pedaços, mas elas também podem servir para juntar alguém de volta. Eu espero que você use as suas para o bem, porque as únicas palavras pelas quais você se mais arrependerá são as que você não disse e não aquelas que você usou intencionalmente para machucar alguém.
O que você diz pode ser muito para algumas pessoas. Talvez saia diferente do que você pensava e aí você vai gaguejar e vai sair dali envergonhado, estremecendo enquanto repassa tudo o que disse em sua mente. Mas eu acho que as palavras que você impede de sair da sua boca são aquelas que vão te assombrar por mais tempo. " - Taylor Swift
terça-feira, 16 de julho de 2013
O Uso Socialmente Aceito
Muito se fala sobre o combate a drogas ilícitas, o resultado de operações policiais conta o tráfico delas normalmente tem presença frequente nos noticiários. Porém não são apenas essas drogas que geram problemas a sociedade, o álcool por exemplo é as vezes considerado inofensivo.
Os jovens da atualidade convivem com ações contra o tráfico e a prevenção a maconha, cocaína, heroína, crack entre outras, o que ainda não impede que muitos sejam pegos pela curiosidade de usá-las. As estatísticas são assustadoras e decepcionantes quanto ao número de viciados.
Mais e cada vez mais cedo jovens estão fazendo contato com ou usando sogras lícitas. A legalidade delas (álcool e tabaco) não advém do fato de serem inofensivas, poque elas não são! A conscientização sobre os danos do tabagismo (96% dos casos de câncer de pulmão vem do fumo) vem ocorrendo e em parte tenso sucesso, o que já é um belo avanço. No entanto não vejo uma proposta semelhante para o álcool. Com a lei seca houve melhoras e as intensas campanhas contra beber e dirigir surtiram efeito mas os danos não se restringem a acidentas de trânsito.
As frases "beba com moderação" ou "proibido para menores de 18 anos" parecem nunca terem sido ditas a grande parte dos consumidores dele. No seu corpo ele*: pode afetar várias partes do cérebro responsáveis por controlar o comportamento das emoções e os movimentos(exemplos: alegria espontânea, perda do equilíbrio e de memória); em excesso afeta a circulação de um hormônio que controla a absorção da água pelos rins (daí aquela vontade de ir ao banheiro depois de uns copos), altera os batimentos cardíacos (podendo gerar desmaios); em excesso irrita o estômago prejudicando a digestão e aumentando a produção de ácido (podendo futuramente aparecer doenças como hepatite alcoólica e até cirrose). O álcool está entre 5 hábitos de risco** que originam 30% das mortes em casos de câncer.
Essa sociedade pode estar um caos, nem por isso devemos nos tornar dependentes de substâncias que nos afastem da realidade ou faça perdermos o controle sobre nós mesmos. Por mais que sejam socialmente aceitas e legalizadas álcool e tabaco são drogas, e para evitar graves danos aos usuários é necessário um completo esclarecimento sobre oque elas são e o que podem causar.
P.S. Quer fugir da realidade? Vá ler um livro.
* Fonte revista Capricho
**Fonte revista Superinteressante
Os jovens da atualidade convivem com ações contra o tráfico e a prevenção a maconha, cocaína, heroína, crack entre outras, o que ainda não impede que muitos sejam pegos pela curiosidade de usá-las. As estatísticas são assustadoras e decepcionantes quanto ao número de viciados.
Mais e cada vez mais cedo jovens estão fazendo contato com ou usando sogras lícitas. A legalidade delas (álcool e tabaco) não advém do fato de serem inofensivas, poque elas não são! A conscientização sobre os danos do tabagismo (96% dos casos de câncer de pulmão vem do fumo) vem ocorrendo e em parte tenso sucesso, o que já é um belo avanço. No entanto não vejo uma proposta semelhante para o álcool. Com a lei seca houve melhoras e as intensas campanhas contra beber e dirigir surtiram efeito mas os danos não se restringem a acidentas de trânsito.
As frases "beba com moderação" ou "proibido para menores de 18 anos" parecem nunca terem sido ditas a grande parte dos consumidores dele. No seu corpo ele*: pode afetar várias partes do cérebro responsáveis por controlar o comportamento das emoções e os movimentos(exemplos: alegria espontânea, perda do equilíbrio e de memória); em excesso afeta a circulação de um hormônio que controla a absorção da água pelos rins (daí aquela vontade de ir ao banheiro depois de uns copos), altera os batimentos cardíacos (podendo gerar desmaios); em excesso irrita o estômago prejudicando a digestão e aumentando a produção de ácido (podendo futuramente aparecer doenças como hepatite alcoólica e até cirrose). O álcool está entre 5 hábitos de risco** que originam 30% das mortes em casos de câncer.
Essa sociedade pode estar um caos, nem por isso devemos nos tornar dependentes de substâncias que nos afastem da realidade ou faça perdermos o controle sobre nós mesmos. Por mais que sejam socialmente aceitas e legalizadas álcool e tabaco são drogas, e para evitar graves danos aos usuários é necessário um completo esclarecimento sobre oque elas são e o que podem causar.
P.S. Quer fugir da realidade? Vá ler um livro.
* Fonte revista Capricho
**Fonte revista Superinteressante
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